24 Outubro 2009

Love

20 Outubro 2009

Love

19 Outubro 2009

Prazer

16 Outubro 2009

ME

14 Outubro 2009

Prazer

11 Outubro 2009

Flash

29 Setembro 2009

Love

28 Setembro 2009

Nature

24 Setembro 2009

Nature

23 Setembro 2009

Nature

13 Agosto 2009

AFNF

13 Agosto o dia que a minha "caneta" secou.

29 Julho 2009

Amiga 4 Patas

Minha amiga de 4 patas o teu ultimo suspiro foi hoje. Estive presente... não poderia faltar... Sei que agora não sofrerás mais... O teu ultimo olhar foi para mim, não o esquecerei... Vou ter saudades das nossas caminhadas, corridas pelos pinhais. Vou deixar de ser recebido à porta aquando da minha chegada... Adeus amiga.

16 Julho 2009

AFNF

Hoje é o teu dia

13 Julho 2009

Poleiro

12 Julho 2009

Cultura

09 Julho 2009

Desfrutar

Imagens valem mais que mil palavras... Quando se tem a companhia certa... Só podemos desfrutar destes locais magníficos.

08 Julho 2009

Raio de Luz

07 Julho 2009

26 Maio 2009

Olhar

21 Maio 2009

Nuvens

Temos dias na vida que são enevoados...

Temos dias na vida que precisamos de um escape...

Temos dias na vida em que o Sol teima em aparecer...

Mas são estes dias que nos fazem saborear,

aproveitar os dias que nos dão prazer.

06 Maio 2009

Gilbert Chesterton

Um dos primeiros erros do mundo moderno
é presumir, que as coisas passadas
se tornaram impossiveis.

04 Abril 2009

A “Caneta”

Tenho que recuar no tempo para poder começar... Abrir o baú e espreitar bem lá para o fundo é algo que me perturba, mesmo que eu diga, pense ou sinta que não... Tinha uma caneta que gostava muito, mesmo que não o demonstrasse ou fizesse questão de não o demonstrar, por vezes fazemos e dizemos coisas, que não conseguimos entender, não é por mal mas… gostava dela como gostava da cor da sua tinta, o seu formato, não era leve nem pesada, uma caneta normal como muitas outras, mas era a minha caneta e era bonita. Um dia a tinta secou, já não tinha vida, a minha caneta tinha perdido a seiva, a alma a vida, triste, desgostoso, abri o baú e coloquei-a bem lá no fundo, não queria vê-la, acreditava que se não a visse ou que tinha secado, não me lembraria dela... Até que passado algum tempo, anos, não muitos mas os suficientes, para perceber que não a tinha esquecido. Ela estava lá bem no fundo guardada mas não a tinha esquecido, foi então passado esses anos que abri o baú e procurei-a, estava na mesma, bonita, só que sem vida, já não poderia escrever. Percebi que mesmo sem vida poderia usa-la, vê-la, senti-la, todos os dias, sempre que quisesse e precisasse, não era por estar sem vida, sem tinta, que voltaria a coloca-la novamente no fundo do baú, para a tentar esquecer. Peguei nela e imaginando que tinha tinta, vida, comecei a escrever, tudo o que me ia na cabeça, devaneios, muitos, sem receio de nada nem importado com o que estava a escrever, só pelo prazer de a ter na mão e imagina-la novamente com vida, tinta. Agora sinto-me diferente, sem receio sem angustias, estou mais livre, sinto-me bem... Um dia alguém conseguiu ver que tinha escrito sobre a minha caneta, e o mais engraçado é que num dia muito especial ofereceu-me uma caneta... tinha um bilhete escrito que dizia, por alto, “Já que a tua caneta secou, aqui tens uma nova para começares a escrever”. Engraçado, porque essa pessoa não sei se percebeu, ou não, o significado da minha caneta... mas o que importa é que agora tenho uma caneta nova pronta para usar, com tinta, vida, e já sei em que altura a vou usar pela primeira vez, será num dia muito especial para mim, como sei que será para todos os que me são mais queridos... Agora neste momento, presente, já não tenho receio da minha caneta velha, sem tinta, sem vida, pois ela estará sempre comigo, em todos os momentos, já não preciso esconder essa caneta para não me sentir triste, desgostoso... pois já não me sentirei assim. Posso afirmar que a minha “caneta” é alguém, uma pessoa, e posso dizer que além da saudade que sinto por ela, digo também que sou hoje o que aprendi com ela, e sou o que gostaria que ela tivesse sido... Obrigado por tudo pai…

27 Junho 2008

Mar e Areia

Sentado à janela, olhava o horizonte, era um fim de tarde e sentia o ar quente nas faces rosadas pelo por do sol. O mar estava calmo, sentia a brisa que me convidava a sair.
Foi o que fiz, levantei-me e fui até ás dunas, onde me sentei com os braços apoiados nos joelhos. Agora ela era mais forte, sentia a sua força, olhei a meu redor não estava ninguém, só eu e ela. Fiquei a contemplar o mar, as ondas rebentavam na areia com tal suavidade que mais pareciam caricias entre dois amantes, como se envolviam e interligavam, fiquei com uma ponta de inveja. A brisa estava mais forte, o sol cada vez mais escondido, o laranja desapareceu, estava na hora de ir.
Subi as escadas de madeira, enquanto pensava como foi bom o fim de tarde, precisava de um momento assim, recuperar as forças a energia, sentir que ainda sentia algo, cheguei à janela, olhei para o lado e lá estava ela, ainda deitada de lado, a olhar para mim com aquele sorriso que nos dá vida, que me faz acreditar que não me enganei, que era com ela que quero ficar. Então deitei-me a seu lado, como o mar e a areia.

25 Fevereiro 2008

Cara Metade

A metamorfose de duas pessoas

23 Fevereiro 2008

ELA

ELA

Tristeza

Sentimento facilmente escondido por um sorriso

Cria em mim um vazio

Vazio de pensamentos e emoções

De olhares perdidos num infinito

De paredes brancas ou pretas

O quarto estará sempre vazio

Eu tento escapar a ela

Mas ela prende-me

Não consigo libertar-me

Mas eu tento, juro que tento

Mas chega o cansaço provocado por ela

E eu derrotado por ela

Durmo, sim durmo

Durmo para esquece-la

Acordei e ela tinha desaparecido

Já não a sentia

O quarto de paredes brancas ou pretas

Era agora colorido, cheio de luz

Olhei para o lado e vi-a

Estava deitada ao meu lado

A sua feição era de alegria

E ela libertou-me